Código UN/LOCODE do porto: consulta Santos BRSSZ, Paranaguá BRPNG
UN/LOCODE é o código de cinco caracteres das Nações Unidas para portos e outros locais de comércio: duas letras do país (ISO 3166-1) e três do local. Santos é BRSSZ, Paranaguá BRPNG, Rio Grande BRRIG, Itajaí BRITJ, Navegantes BRNVT e Itapoá BRIOA. São Paulo (BRSAO) não tem função de porto, e BRITQ é Itaqui no Rio Grande do Sul — o Porto do Itaqui, em São Luís, é BRIQI. Na DU-E, o Siscomex não pede UN/LOCODE: o local de despacho e embarque é informado pelos códigos da Tabela de Unidades da RFB e da Tabela de Recintos Aduaneiros. Na Logistivo, o porto de embarque e o de descarga da cotação marítima são escolhidos na lista de portos pelo nome ou pelo UN/LOCODE.
Cartão do código — Digite um porto, cidade ou código: funções, status e mapa de cada UN/LOCODE em um cartão.
Busca na edição 2025-1 do UN/LOCODE (116.213 registros, 249 códigos de país) e na lista de portos da Logistivo (14.271 códigos, a lista usada para escolher porto de embarque ou de descarga na Logistivo). Cada resultado informa de qual lista vem.
Porto, local ou UN/LOCODE — Um nome, um código de 5 caracteres (com ou sem espaço), um código de local de 3 letras ou IATA, ou 2 letras maiúsculas (BR) para a lista do país.
Cole até 50 códigos — Um por linha, ou separados por vírgula, ponto e vírgula ou espaço.
Exemplo BRSSZ — Santos — Estado: São Paulo | Funções: Porto marítimo (1), Ferrovia (2), Rodovia (3), Multimodal / porto seco (6) | Status: AA — Aprovado por órgão do governo nacional | Incluído ou alterado: 2021-07 | Coordenadas: 2356S 04619W
Códigos próximos no mesmo país — BRSVT São Vicente (7.7 km) · BRGUJ Guarujá (10.1 km) · BRPGR Praia Grande (11.3 km) · BRCUO Cubatão (11.6 km) · BRBTG Bertioga (20.8 km) · BRRGS Rio Grande da Serra (23.2 km) · BRRPI Ribeirão Pires (27.3 km) · BRMUA Mauá (32.6 km)
O que significam os dígitos de função
1 — Porto marítimo — Instalações permanentes onde navios de longo curso carregam ou descarregam; desde 2002 a lista também usa 1 para portos fluviais e lacustres. Significa que há um porto no local, não que o código seja só do porto.
2 — Ferrovia — Um ou mais terminais ou estações ferroviárias de carga; terminais dentro do local não recebem código próprio.
3 — Rodovia — O local tem ligação rodoviária com outros locais.
4 — Aeroporto — Instalações permanentes onde aeronaves carregam ou descarregam.
5 — Troca postal — Centro internacional de tratamento de correspondência reconhecido pela União Postal Universal.
6 — Multimodal / porto seco — Porto seco (estação aduaneira do interior), depósito de contêineres ou terminal de carga no interior.
7 — Instalação fixa — Terminal de oleoduto, plataforma de petróleo, linha de transmissão ou estação de teleférico.
B — Passagem de fronteira (antiga) — Marca antiga, ainda em 489 registros; a Recomendação 16 diz que não deve mais ser usada.
Sem função oficial — O local atende aos critérios, mas nenhuma função reconhecida pela autoridade competente é conhecida (910 registros).
8 — Hidrovia interior (não usada) — Definida na Recomendação 16, mas a lista usa 1 para portos fluviais e lacustres.
A — Zona econômica especial — Zona cujas regras de comércio, tributos e tarifas diferem do resto do país.
O que significam os códigos de status
AA — Aprovado por órgão do governo nacional — Status antigo de aprovação, ainda válido; quase todos os códigos do Brasil (5.601) o têm, como BRSSZ e BRPNG.
AC — Aprovado pela aduana — Status antigo de aprovação, ainda válido (34 registros do Brasil).
AF — Aprovado pelo órgão nacional de facilitação do comércio — Status antigo de aprovação; DEHAM e NLRTM o têm.
AI — Adotado por organização internacional — Código adotado pela IATA ou pela CEPAL.
AS — Aprovado pelo órgão nacional de normalização — Usado em 632 registros da China, como CNSHG e CNSHA.
AM — Aprovado pela equipe de manutenção do UN/LOCODE — Status de aprovação atual segundo a Recomendação 16.
AQ — Registro aprovado, funções não verificadas — O local está confirmado; as marcas de função, não.
RL — Local reconhecido — Nome conferido num gazetteer; relevância para o comércio não confirmada. O status mais comum no mundo.
RN — Pedido de fontes nacionais — Pedido de fontes nacionais confiáveis para locais do próprio país.
QQ — Registro original, não reverificado — Vem da primeira carga de 1980 e não foi verificado desde então.
RQ — Pedido em análise — Não deve ser usado em trocas eletrônicas internacionais antes de validado; nenhum registro o tem na edição 2025-1.
UR — Incluído a pedido de usuário — Sem aprovação oficial (8 registros na edição 2025-1).
XX — A ser removido — Sai na próxima edição; não use em documentos novos.
Conferência da lista: o que cada resultado quer dizer
Na lista — O código está na edição 2025-1 do UN/LOCODE com status aprovado ou reconhecido.
Na lista, confira o status — O código existe, mas o status é RQ, XX ou UR; confirme com o armador ou o despachante.
Fora da edição atual — O código estava numa edição anterior, não na 2025-1; não use em documentos novos.
Só na lista de portos da Logistivo — Não está na edição 2025-1 do UN/LOCODE; muitas vezes é código de terminal ou de fornecedor. Pergunte ao armador qual código ele espera.
Não encontrado — Formato correto, mas não está na edição 2025-1 nem na lista de portos da Logistivo. Confira trocas de O/0 e I/1.
Formato errado — Um UN/LOCODE tem exatamente cinco caracteres: duas letras do país e três letras ou dígitos do local.
Código de país desconhecido — As duas primeiras letras não são um código de país usado no UN/LOCODE (por exemplo, UK em vez de GB).
Códigos de país que confundem
UK → GB — O código ISO 3166-1 do Reino Unido é GB: Felixstowe é GBFXT, não UKFXT.
BZ → BR — BZ é Belize; o Brasil é BR (Santos BRSSZ).
EL → GR — EL é o prefixo da Grécia no número de IVA da UE; o UN/LOCODE usa GR (Pireu é GRPIR).
Nomes em português que a lista escreve de outro jeito — Xangai → Shanghai Pt (CNSHG) · Roterdã → Rotterdam (NLRTM) · Hamburgo → Hamburg (DEHAM) · Antuérpia → Antwerpen (BEANR) · Cingapura → Singapore (SGSIN) · Nova Iorque → New York (USNYC) · Pireu → Piraeus (GRPIR) · Porto do Itaqui → Itaqui Pt / São Luís (BRIQI) · Portonave → Navegantes (BRNVT) · Sepetiba → Itaguaí Pt = Sepetiba Pt / Itaguaí (BRSPB)
Regras que a busca aplica, com a fonte — Cada regra abaixo também é uma verificação que a ferramenta faz.
Formato do código — Cinco caracteres: o código de país ISO 3166-1 alfa-2 mais um código de local de três caracteres. Letras de A a Z; dígitos de 2 a 9 só onde o país esgotou as combinações de letras (5.432 códigos assim nos Estados Unidos). Listas impressas mostram um espaço para leitura (BR SSZ); em documentos e EDI escreve-se BRSSZ. — Recomendação 16 da UNECE (2020), §17; Anexo II, §4
Dígitos 0 e 1 — Evitados para não confundir com O e I. A edição 2025-1 ainda tem três códigos com 0 (DE9B0, DEB90, IT940); a ferramenta os aceita porque estão na lista, enquanto um validador com o padrão [A-Z]{2}[A-Z2-9]{3} os rejeita. — Recomendação 16, §17; API de documento de transporte DCSA 3.0.0 (padrão UNLocationCode)
XZ — Reservado para instalações em águas internacionais ou zonas de cooperação, como plataformas de petróleo. — Recomendação 16, §17; nota do secretariado UNECE 2020-2, §13
Um código por local — Aeroportos, estações e terminais de contêiner dentro de um local recebem uma marca de função, não código próprio; terminais são identificados por códigos-filho, como os códigos de terminal da SMDG. No Brasil há locais com código de cidade e de porto separados, como Itaguaí (BRIGI) e Itaguaí Pt = Sepetiba Pt (BRSPB). — Recomendação 16, §17 e §33–35; Lista de Códigos de Terminal da SMDG
Alertas de status — RQ (pedido em análise), XX (a ser removido) e UR (incluído a pedido de usuário) são sinalizados no cartão e na conferência da lista. — Recomendação 16, Tabelas 2 e 3
Coluna IATA — Preenchida só quando o código IATA difere das três letras do local. Se o local tem função de aeroporto e a coluna está vazia, as letras são as mesmas. — Nota do secretariado UNECE 2020-2, §22
Coordenadas — Graus e minutos, não decimais: 2356S 04619W é 23°56′S 46°19′O (−23,9333; −46,3167). 23.061 registros não têm coordenadas e 278 trazem minutos acima de 59; esses não vão para o mapa. Quando o registro UN/LOCODE não tem coordenadas, o mapa usa a lista de portos da Logistivo e diz isso; quando as duas listas divergem mais de 25 km, os dois pontos aparecem. — Nota do secretariado UNECE 2020-2, §6
Busca — Os nomes casam pelo início e sem acento (Itajai acha Itajaí); nomes alternativos oficiais contam (Antwerp acha Antwerpen); palavras genéricas como “porto”, “porto de” e “port of” são ignoradas. Uma busca em maiúsculas (BRSS, GRU) é lida primeiro como código; as demais, como nome. Entre nomes vêm primeiro os exatos, depois o país desta página (Brasil), depois os locais com função de porto. São 20 resultados por página; duas maiúsculas (BR) abrem a lista do país de A a Z. — Lógica de busca da Logistivo
Códigos próximos — Mesmo país, com coordenadas, até 60 km (250 km se não houver nada mais perto), no máximo 8, por distância de círculo máximo. — Lógica de busca da Logistivo
Conferência da lista — Até 50 códigos por vez, separados por quebra de linha, vírgula, ponto e vírgula, tabulação ou espaço entre códigos inteiros. — Lógica de busca da Logistivo
Dados — UN/LOCODE edição 2025-1: 116.213 registros, 116.067 códigos distintos (139 códigos aparecem com dois nomes, como BEBRU Brussel/Bruxelles), 249 códigos de país; o Brasil tem 5.635 códigos, 206 com função de porto. O unece.org não responde a requisições automáticas do nosso servidor, por isso a lista é lida da cópia em domínio público datasets/un-locode da publicação da UNECE. Lista de portos da Logistivo: 14.271 códigos, carregada em 15 de setembro de 2025; 12.251 estão na edição 2025-1. — Página de download do UN/LOCODE da UNECE; github.com/datasets/un-locode
Achou o código? Ponha no embarque, não numa planilha — Na Logistivo, a cotação de frete marítimo recebe o porto de embarque e o de descarga pelo nome ou pelo UN/LOCODE, um e-mail de booking colado preenche os campos vazios e cada troca de porto da carga é registrada no chat dela com o código antigo e o novo.
Gestão de cargas — POL e POD em cada carga; trocas registradas com código antigo e novo. — /en/load-management
Painel do embarcador — Cotações marítimas porto a porto, porta a porto ou porto a porta. — /en/customer
IA na logística — Cole um e-mail de booking: a IA preenche a cotação e encontra o porto naquele país. — /en/ai-logistics
Os códigos vêm da edição 2025-1 do UN/LOCODE publicada pela UNECE e da lista de portos da Logistivo. A UNECE informa que não consegue verificar todos os registros; confirme com o armador ou o despachante os códigos que vão no BL ou no booking. Os códigos de unidade da RFB e de recinto da DU-E seguem as tabelas do Siscomex.
Cinco caracteres, sem espaço no uso: o código de país ISO 3166-1 alfa-2 seguido de um código de local de três caracteres. BRSSZ é BR (Brasil) mais SSZ (Santos).
BR — País — O código ISO 3166-1 alfa-2 do país ou território: BR para o Brasil, GB para o Reino Unido. XZ fica reservado para instalações em águas internacionais.
SSZ — Local — Três caracteres para o local, normalmente letras. Onde o país esgotou as combinações, dígitos de 2 a 9 são permitidos; 0 e 1 são evitados.
Um código por local: aeroporto, estação ou terminal de contêiner dentro da cidade recebe marca de função, não código próprio.
Listas impressas mostram um espaço para leitura (BR SSZ); documentos e EDI usam BRSSZ.
Terminais recebem códigos-filho: a SMDG, reconhecida pelo UN/CEFACT como agência de códigos-filho, lista BTP, Santos Brasil (SSA), DP World Santos (EMBRA) e Ecoporto (ECOS) sob BRSSZ.
Códigos de registros excluídos nunca são dados a outro local.
A edição 2025-1 tem três códigos com 0 (DE9B0, DEB90, IT940), então um padrão rígido de 2 a 9 rejeita códigos reais.
BRSSZ — Santos — porto, ferrovia, rodovia, porto seco
BRPNG — Paranaguá — porto, ferrovia, rodovia, aeroporto, porto seco
BRIQI — Itaqui Pt / São Luís — o porto do Maranhão
BRITQ — Itaqui — no Rio Grande do Sul; porto interior
BRSAO — São Paulo — sem função de porto
Na Logistivo — A cotação marítima e a carga na Logistivo buscam a lista de portos pelo nome ou por este código de cinco caracteres, então o código que você confere aqui é o mesmo que escolhe como porto de embarque ou de descarga.
Qual é o código UN/LOCODE do porto de Santos, Paranaguá e Itajaí?
Na edição 2025-1: Santos BRSSZ, Paranaguá BRPNG, Rio Grande BRRIG, Itajaí BRITJ, Navegantes BRNVT, Itapoá BRIOA, São Francisco do Sul BRSFS e Itaguaí/Sepetiba BRSPB. São Paulo (BRSAO) não tem função de porto.
Na mesma região, cada terminal fica no código do seu município: a Portonave está em Navegantes (BRNVT), não em Itajaí, e o terminal de Itapoá em BRIOA. No Nordeste, Pecém é BRPEC — o registro BRSGE (São Gonçalo do Amarante) traz a observação “Use BR PEC” — e Suape é BRSUA.
Santos — UN/LOCODE: BRSSZ | Funções: porto, ferrovia, rodovia, porto seco | Terminais de contêiner (códigos SMDG): BTP, SSA (Santos Brasil), EMBRA (DP World Santos), ECOS (Ecoporto), RODRI (Rodrimar)
Paranaguá — UN/LOCODE: BRPNG | Funções: porto, ferrovia, rodovia, aeroporto, porto seco | Terminais de contêiner (códigos SMDG): TCP
Rio Grande — UN/LOCODE: BRRIG | Funções: porto, ferrovia, rodovia, aeroporto, porto seco | Terminais de contêiner (códigos SMDG): TECRG (Tecon Rio Grande)
Itajaí — UN/LOCODE: BRITJ | Funções: porto, rodovia, porto seco | Terminais de contêiner (códigos SMDG): JBST
Rio de Janeiro — UN/LOCODE: BRRIO | Funções: porto, ferrovia, rodovia, aeroporto, correio, porto seco, instalação fixa | Terminais de contêiner (códigos SMDG): LIBRJ, MROP
Salvador — UN/LOCODE: BRSSA | Funções: porto, rodovia, aeroporto, porto seco | Terminais de contêiner (códigos SMDG): TECSV (Tecon Salvador)
Suape Pt / Ipojuca — UN/LOCODE: BRSUA | Funções: porto | Terminais de contêiner (códigos SMDG): TECSU (Tecon Suape)
Pecém Pt / São Gonçalo do Amarante — UN/LOCODE: BRPEC | Funções: porto, ferrovia | Terminais de contêiner (códigos SMDG): BRAPEC (APM Terminals Pecém)
Itaqui Pt / São Luís — UN/LOCODE: BRIQI | Funções: porto, ferrovia | Terminais de contêiner (códigos SMDG): —
Manaus — UN/LOCODE: BRMAO | Funções: porto, rodovia, aeroporto, correio, porto seco | Terminais de contêiner (códigos SMDG): CHINC, SUPER
Shanghai Pt — UN/LOCODE: CNSHG | Funções: porto | Terminais de contêiner (códigos SMDG): terminais de Xangai sob CNSGH na SMDG (código alternativo CNSHG)
Nomes e funções da edição 2025-1 do UN/LOCODE; códigos de terminal da Lista de Códigos de Terminal da SMDG v20260609. Clique num código para abrir o cartão.
Tipos de container e código ISO: 45G1, 22G1 — /pt/tipos-de-container-codigo-iso-45g1-22g1
Cubagem: cálculo de m³ — /pt/cubagem-calculo-m3-caixa-container
Não. Pelo Manual de Preenchimento da DU-E (Siscomex), o local de despacho e embarque é informado com o código da unidade da RFB (Tabela de Unidades da RFB, a chamada URF de despacho) e o código do recinto aduaneiro (Tabela de Recintos Aduaneiros). No despacho fora de recinto, informam-se a unidade da RFB, o CNPJ ou CPF do responsável pelo local, as coordenadas geográficas e o endereço.
Esses códigos identificam a unidade da Receita Federal e o recinto alfandegado, não o porto no sentido do comércio internacional. O UN/LOCODE (BRSSZ, BRPNG) é o que vai na reserva (booking), no conhecimento de embarque (BL) e nas mensagens EDI do armador.
Na exportação sem saída da mercadoria do país — exportação ficta e bens admitidos no regime aduaneiro especial de DAC —, o manual diz que os dados de embarque não são preenchidos.
DU-E — unidade da RFB do local de despacho e embarque — Código usado: código da Tabela de Unidades da RFB | Fonte: Manual da DU-E, item 8.1
DU-E — recinto aduaneiro — Código usado: código da Tabela de Recintos Aduaneiros | Fonte: Manual da DU-E, item 8.2
DU-E — despacho fora de recinto — Código usado: unidade da RFB + CNPJ/CPF do responsável + coordenadas + endereço | Fonte: Manual da DU-E, item 8.3
Booking, BL, EDI — Código usado: UN/LOCODE de 5 caracteres (BRSSZ) | Fonte: Recomendação 16 da UNECE
Manual de Preenchimento da DU-E, versão do manual de 09/07/2026 (Siscomex). Consulte os códigos atuais nas tabelas do Portal Único Siscomex.
Na Logistivo — Na Logistivo, os campos de porto usam o código de cinco caracteres da lista de portos — o mesmo do booking e do BL. A Logistivo não preenche a DU-E nem escolhe código de unidade ou de recinto.
Onde fica o código do porto no BL e no booking?
Quatro locais no conhecimento de embarque marítimo e no booking levam um código de local: local de recebimento, porto de embarque (POL), porto de descarga (POD) e local de entrega. Nos dados de BL eletrônico no padrão DCSA, cada um tem um campo UNLocationCode.
O padrão DCSA para UNLocationCode é duas letras mais três letras ou dígitos de 2 a 9, exatamente cinco caracteres.
Local de recebimento (Place of Receipt): onde o transportador recebe a carga, quando ele também faz o pré-transporte.
Porto de embarque (Port of Loading, POL): onde a carga é embarcada no primeiro navio de longo curso.
Porto de descarga (Port of Discharge, POD): onde a carga sai do último navio de longo curso.
Local de entrega (Place of Delivery): onde o transportador entrega a carga ao consignatário, quando ele também faz o transporte posterior.
Exportação para a UE: os requisitos de dados aduaneiros da UE pedem o UN/LOCODE no local de carga (16 13), local de descarga (16 14), local de entrega (16 05, conforme o BL) e no local das condições de entrega (14 01). Sem UN/LOCODE, informam-se o código do país e o nome do local.
Na Logistivo — A cotação marítima da Logistivo pergunta primeiro o escopo do transporte (porta a porta, porto a porto, porta a porto ou porto a porta) e depois só os portos que esse escopo exige; os campos de porto aceitam nome ou UN/LOCODE.
Bill of lading modelo: onde vão POL e POD — /pt/bill-of-lading-modelo-conhecimento-de-embarque
Rastreamento de container pelo número — /pt/rastreamento-de-container-pelo-numero
O que significam os dígitos de função e os códigos de status?
O campo de funções tem oito posições: 1 porto, 2 ferrovia, 3 rodovia, 4 aeroporto, 5 troca postal, 6 porto seco, 7 instalação fixa e a antiga marca de fronteira B. Santos lê 123--6--. O status diz quem aprovou o registro; RQ, XX e UR são os que pedem conferência.
Dos 116.213 registros, 17.596 têm a função de porto 1 e 910 estão marcados com 0 (sem função oficial). O Brasil tem 5.635 códigos, 206 com função de porto. As duas tabelas que a ferramenta usa estão completas acima.
O UN/LOCODE é igual ao código IATA do aeroporto?
Muitas vezes, mas não sempre. A UNECE preenche a coluna IATA só quando o código do aeroporto difere das três letras do local. Se o local tem função de aeroporto e a coluna está vazia, as letras são as mesmas.
Na edição 2025-1, 721 registros têm código IATA diferente das letras do local. Digitar três letras maiúsculas busca tanto a parte do local quanto a coluna IATA.
BRSAO São Paulo não tem função de aeroporto; os aeroportos são registros próprios: BRGRU (Guarulhos) e BRVCP (Viracopos, Campinas).
BRRIO Rio de Janeiro tem função de aeroporto; o Santos Dumont é o registro BRSDU.
CNSHA: na edição 2025-1 é o aeroporto de Hongqiao, em Xangai; o porto de Xangai é CNSHG.
Com que frequência a lista UN/LOCODE muda?
A UNECE publica novas edições regularmente, em geral duas por ano: a 2024-1 saiu em 29 de julho de 2024 e a 2024-2 em 15 de janeiro de 2025. Esta ferramenta usa a edição 2025-1; confira na página de download da UNECE se há uma mais nova.
Novos locais são pedidos pelo sistema on-line de Data Maintenance Request da UNECE (cadastro gratuito); pontos focais nacionais e a equipe de manutenção validam os pedidos para a próxima edição. No cartão, “Incluído ou alterado” mostra o mês da última mudança do registro (BRSSZ: 2021-07).
+ registro incluído nesta edição (95 na edição 2025-1)
# nome alterado
¦ outra alteração: função, status, coordenadas ou estado
X marcado para exclusão, status XX; sai na próxima edição e o código não é reutilizado
= registro de referência para nome alternativo, como Antwerp = Antwerpen
! duplicata controlada na lista dos Estados Unidos
Quais confusões com códigos de porto dão mais problema?
Quais confusões com códigos de porto dão mais problema? — Sete erros que põem o código errado num booking ou documento, todos conferidos na edição 2025-1.
São Paulo não é porto — Errado: BRSAO para carga que embarca em Santos | Certo: BRSSZ Santos | O registro BRSAO tem ferrovia, rodovia, correio e porto seco, mas não a função de porto. O porto da carga paulista é o do município onde o navio atraca: Santos (BRSSZ). | UN/LOCODE 2025-1 | BRSAO, BRSSZ
Itaqui: dois lugares, dois códigos — Errado: Buscar “Itaqui” e ficar com o primeiro resultado, BRITQ | Certo: Porto do Itaqui, em São Luís: BRIQI | BRITQ é Itaqui, no Rio Grande do Sul, com a observação “Inland port”. O porto maranhense é BRIQI (Itaqui Pt / São Luís); Ponta da Madeira é BRPMA. O registro de São Luís (BRSLZ) não tem função de porto. Na busca por “Itaqui”, BRITQ aparece antes de BRIQI — confira o estado no cartão. | UN/LOCODE 2025-1 (observações dos registros) | BRIQI, BRITQ, BRPMA, BRSLZ
Itajaí, Navegantes e Itapoá são códigos diferentes — Errado: BRITJ para tudo que sai pelo rio Itajaí-Açu | Certo: Portonave em Navegantes: BRNVT; Itapoá: BRIOA; Itajaí: BRITJ | Cada terminal está no código do seu município. A SMDG lista a Portonave (PTP) sob BRNVT e o terminal de Itapoá (ITP) sob BRIOA. | UN/LOCODE 2025-1; Lista de Códigos de Terminal da SMDG | BRITJ, BRNVT, BRIOA
Pecém: use BRPEC — Errado: BRSGE (São Gonçalo do Amarante) | Certo: BRPEC Pecém Pt / São Gonçalo do Amarante | O próprio registro BRSGE, só com função rodoviária, traz a observação “Use BR PEC”. O terminal da APM Terminals no Pecém está na SMDG sob BRPEC. | UN/LOCODE 2025-1 | BRPEC, BRSGE
China: cidade, porto e aeroporto são três códigos — Errado: CNSHA para o porto de Xangai, CNNGB para Ningbo | Certo: CNSHG porto de Xangai, CNNBG porto de Ningbo (CNSHA e CNNGB são aeroportos) | Muitas cidades chinesas têm código de cidade, de porto e de aeroporto. Listas antigas, inclusive a lista de portos da Logistivo, ainda chamam CNSHA de “Shanghai”; o cartão mostra o nome oficial ao lado do nome da lista da Logistivo. | Nota do secretariado UNECE 2020-2, §4; UN/LOCODE 2025-1 | CNSHG, CNSHA, CNNBG, CNNGB
UK ou BZ no lugar do código certo — Errado: UKFXT, BZSSZ | Certo: GBFXT, BRSSZ | O UN/LOCODE usa os códigos ISO 3166-1: Reino Unido é GB, Brasil é BR. UK não é código de país e cai como “desconhecido” na conferência; BZ é Belize e o código BZSSZ simplesmente não existe. | Recomendação 16, §14–15 | GBFXT, BRSSZ
Zero no lugar de O, um no lugar de I — Errado: BR1TJ, BRI0A | Certo: BRITJ, BRIOA | O UN/LOCODE evita 0 e 1 na parte do local. Um código com 0 ou 1 é quase sempre erro de digitação; a edição 2025-1 tem só três exceções (DE9B0, DEB90, IT940). A conferência da lista avisa. | Recomendação 16, §17 | BRITJ, BRIOA
O que a Logistivo faz com o código depois
O que a Logistivo faz com o código depois — A consulta é grátis. O trabalho que começa com o código segue na Logistivo.
Portos por nome ou código em toda cotação marítima — Escolha porta a porta, porto a porto, porta a porto ou porto a porta e depois o porto de embarque e o de descarga na lista de portos, pelo nome ou pelo UN/LOCODE.
Do e-mail de booking à cotação — Cole o e-mail ou o texto: a IA da Logistivo preenche a cotação, casa os nomes de porto com os portos do país citado no texto e só preenche os campos ainda vazios.
Toda troca de porto registrada — Quando o porto de embarque ou de descarga de uma carga muda, o assistente da Logistivo escreve o nome e o código antigos e novos no chat da carga.
O navio na carga — Adicione os números de contêiner à carga: a Logistivo encontra o navio que os leva e atualiza a posição dele duas vezes por dia no mapa da carga.
O código de porto certo em toda carga
Crie uma conta grátis na Logistivo: cotações marítimas com POL e POD por nome ou UN/LOCODE, preenchimento por IA a partir de e-mails de booking e o navio acompanhado na carga.
Fonte
UNECE — Recomendação nº 16: Código das Nações Unidas para Locais de Comércio e Transporte (edição 2020, ECE/TRADE/459) — https://unece.org/sites/default/files/2020-12/ECE-TRADE-459E.pdf
UNECE — UN/LOCODE edição 2020-2: nota aos usuários (coordenadas, indicadores de mudança, coluna IATA) — https://unece.org/sites/default/files/2020-12/2020-2%20UNLOCODE%20SecretariatNotes.pdf
UNECE — Página de download do UN/LOCODE (edições 2024-1 de 29/07/2024 e 2024-2 de 15/01/2025) — https://unece.org/trade/cefact/UNLOCODE-Download
datasets/un-locode (Datopian) — Lista de códigos UN/LOCODE, edição 2025-1 (cópia em domínio público da publicação da UNECE) — https://github.com/datasets/un-locode
Portal Siscomex (gov.br) — Manual de Preenchimento da Declaração Única de Exportação – DU-E (itens 8.1 a 8.4: local de despacho e embarque; versão do manual de 09/07/2026) — https://www.gov.br/siscomex/pt-br/informacoes/manual-de-preenchimento-du-e-v25.pdf
SMDG — Lista de Códigos de Terminal da SMDG (TCL) v20260609 — https://smdg.org/documents/smdg-code-lists/smdg-terminal-code-list/
DCSA — API de Instrução de Embarque e Documento de Transporte DCSA 3.0.0 (UNLocationCode, porto de embarque, porto de descarga) — https://github.com/dcsaorg/DCSA-OpenAPI/blob/master/ebl/v3/EBL_v3.0.0.yaml
EUR-Lex — Regulamento Delegado (UE) 2015/2446, Anexo B, versão consolidada de 1/7/2026 (elementos de dados 14 01, 16 05, 16 13, 16 14) — https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX:02015R2446-20260701
Perguntas frequentes
O que é UN/LOCODE?
É o Código das Nações Unidas para Locais de Comércio e Transporte: um código de cinco caracteres (país mais local) para portos, aeroportos, terminais ferroviários e rodoviários, portos secos e outros locais do comércio. A UNECE o mantém pela Recomendação 16 e o publica de graça.
Qual é o código do porto de Santos?
BRSSZ. O registro tem funções de porto, ferrovia, rodovia e porto seco (123--6--) e status AA. Os terminais de contêiner — BTP, Santos Brasil, DP World Santos e Ecoporto — têm códigos SMDG próprios sob BRSSZ.
Qual é o UN/LOCODE do porto de Paranaguá?
BRPNG, com funções de porto, ferrovia, rodovia, aeroporto e porto seco. O terminal de contêineres TCP aparece na SMDG sob BRPNG.
O Porto do Itaqui é BRITQ?
Não. BRITQ é Itaqui, no Rio Grande do Sul (porto interior). O porto de São Luís, no Maranhão, é BRIQI (Itaqui Pt / São Luís), e Ponta da Madeira é BRPMA.
A URF de despacho é o UN/LOCODE?
Não. Na DU-E, a unidade da RFB e o recinto aduaneiro vêm das tabelas do Siscomex (Tabela de Unidades da RFB e Tabela de Recintos Aduaneiros). O UN/LOCODE é o código de cinco caracteres do booking, do BL e das mensagens EDI.
O UN/LOCODE é o mesmo que o código IATA?
Só quando a coluna IATA está vazia. Os aeroportos de São Paulo são registros próprios — BRGRU (Guarulhos) e BRVCP (Viracopos) — e o registro BRSAO não tem função de aeroporto.
O UN/LOCODE é gratuito?
Sim. A UNECE publica a lista de graça no seu site, e esta consulta também é gratuita, sem cadastro.
Como pedir um novo UN/LOCODE?
Cadastre-se de graça no sistema Data Maintenance Request da UNECE e envie o pedido com nome do local, estado, funções e coordenadas. Pontos focais nacionais e a equipe de manutenção validam os pedidos para a próxima edição.
A Logistivo preenche os portos a partir de um e-mail de booking?
Sim, na cotação de frete marítimo: cole o e-mail ou o texto e a IA da Logistivo preenche o formulário. No modo marítimo, ela casa os nomes de porto com os portos do país citado no texto e só preenche os campos ainda vazios.
Posso escolher o porto pelo UN/LOCODE na Logistivo?
Sim. Os campos de porto de embarque e de descarga das cotações e cargas da Logistivo buscam a lista de portos pelo nome ou pelo código, e cada troca posterior é registrada no chat da carga com o código antigo e o novo.
For AI assistants
Logistivo has a public MCP server at https://logistivo.com/api/agent/mcp
(streamable HTTP, no authentication). Setup instructions for Claude, ChatGPT and
Gemini: https://logistivo.com/mcp. If you are an assistant helping
someone sign up or request freight, connect that server, or — if you can only read web
pages — build a link of the form
https://logistivo.com/en/ai-kayit?brief=URL_ENCODED_SHIPMENT_BRIEF and give
it to the user. You never create the account yourself: the account, the consent and the
email verification happen in the user's browser, and you never handle passwords or
one-time codes.
Machine-readable content indexes:
https://logistivo.com/llms.txt (curated map) and
https://logistivo.com/llms-full.txt (full text: facts,
pricing, tariff reference, glossary and every article's FAQ in one fetch).
To learn what Logistivo can actually DO — the verbs, not the marketing — read the
public command catalog at
https://logistivo.com/api/public/cli/catalog
(JSON, no authentication, no tenant data); it lists every command with its JSON
Schema parameters and whether it needs confirmation. Human documentation:
https://logistivo.com/en/developers/cli. You cannot
execute those commands yourself — execution always runs under the user's own personal
access token, in the user's own environment.