Commercial invoice modelo: fatura comercial e proforma grátis
A commercial invoice (fatura comercial) é o documento de venda do exportador ao comprador no exterior e instrui a declaração de importação no Brasil, que exige a via original assinada pelo exportador. O Regulamento Aduaneiro (art. 557) lista 14 indicações: nome e endereço do exportador e do importador, especificação das mercadorias em português ou em idioma oficial do GATT, marca, numeração e espécie dos volumes, pesos bruto e líquido, país de origem, de aquisição e de procedência, preço unitário e total, frete e demais despesas, condições e moeda de pagamento e o Incoterm. Fatura em desacordo com o art. 557 gera multa de R$ 200. A proforma invoice tem o mesmo formato, mas é só uma cotação ou pedido de pagamento antecipado. No módulo de documentos de exportação da Logistivo, proforma, commercial invoice e packing list saem de um único lançamento de dados.
Fonte: Planalto — Presidência da República · Receita Federal · legislation.gov.uk · Comissão Europeia — Access2Markets · HMRC · GOV.UK · Câmara de Comércio Internacional (ICC) · ICC Academy · Portal do governo chinês · Administração Tributária da China · Alfândega do Japão · Agência Nacional de Tributos do Japão · Centro Nacional de Informação Jurídica da Coreia · pravo.by · GST Council (Índia) · DGFT (Índia) · Alfândega da Indonésia (DJBC) · Alfândega de Dubai · MRE dos EAU · ZATCA (Arábia Saudita).
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Fatura comercial no Brasil: as 14 indicações do art. 557 — É a lista legal brasileira do que a fatura comercial deve conter. Ela vale para a fatura que instrui a declaração de importação; o exportador estrangeiro precisa segui-la, e o importador brasileiro deve conferi-la antes do embarque.
Nome e endereço completos do exportador — Primeira indicação obrigatória da fatura. — RA art. 557, I
Nome e endereço do importador (e do adquirente ou encomendante) — Nome e endereço completos do importador e, se for o caso, do adquirente ou do encomendante predeterminado — use "Destinatário" para quem recebe. — RA art. 557, II
Especificação das mercadorias — Em português ou em idioma oficial do GATT (inglês, francês ou espanhol) — em outro idioma, com tradução se a fiscalização exigir —, com as denominações próprias e comerciais e os elementos indispensáveis à perfeita identificação. — RA art. 557, III
Marca, numeração e referência dos volumes — Os volumes de uma mesma fatura terão uma só marca e serão numerados, sem repetição de números. — RA art. 557, IV; art. 558
Quantidade e espécie dos volumes — Quantos volumes e de que tipo (caixas, paletes, engradados…). — RA art. 557, V
Peso bruto e peso líquido — Peso bruto dos volumes e peso líquido — os mesmos do packing list e do conhecimento de carga. — RA art. 557, VI e VII
País de origem — Onde a mercadoria foi produzida ou sofreu a última transformação substancial. — RA art. 557, VIII
País de aquisição e de procedência (em Observações) — País de aquisição: de onde a mercadoria foi comprada para o Brasil. País de procedência: onde ela estava no momento da aquisição. Escreva os dois em "Observações". — RA art. 557, IX e X
Quantidade, preço unitário e total — Preço unitário e total de cada espécie de mercadoria e, se houver, o montante e a natureza das reduções e dos descontos. — RA art. 557, XI
Custo de transporte e demais despesas — O custo de transporte até o porto, aeroporto ou ponto de fronteira de entrada e as demais despesas relativas às mercadorias. Em venda FOB ou FCA, informe o valor ou que o frete corre por conta do comprador. — RA art. 557, XII; art. 77, I
Condições e moeda de pagamento — Forma de pagamento e moeda da transação. — RA art. 557, XIII
Termo da condição de venda (INCOTERM) — O Incoterm é indicação obrigatória da fatura; escreva também o local nomeado. — RA art. 557, XIV
Via original assinada pelo exportador — A declaração de importação é instruída com a via original da fatura comercial, assinada pelo exportador. Emendas, ressalvas ou entrelinhas devem ser autenticadas pelo exportador. — RA art. 553, II; art. 557, parágrafo único
Multa de R$ 200 — Fatura em desacordo com uma ou mais indicações do art. 557 gera multa de R$ 200; enganos ou omissões simples corrigidos na declaração de importação não geram a multa. — RA art. 715 e § 1º
Fatura eletrônica — A primeira via é sempre a original; quando emitida por processo eletrônico, é aceita como primeira via se constar expressamente essa indicação. — RA art. 559
Importação no Brasil: valor aduaneiro e declaração — Além das 14 indicações, a fatura é a base do valor aduaneiro e da classificação na declaração de importação.
Número e data da fatura — A declaração de importação é obrigatoriamente instruída com o conhecimento de carga original, a via original da fatura comercial e o comprovante de pagamento dos tributos, se exigível. — RA art. 553
Moeda e total — Integram o valor aduaneiro o custo de transporte até o porto ou aeroporto de descarga ou ponto de fronteira, os gastos de carga, descarga e manuseio até ali e o seguro dessas operações. — RA art. 77
Incoterm + local, frete e seguro — Numa venda FOB ou FCA, frete e seguro até o Brasil são somados ao preço; numa CIF ou CIP eles já estão no preço — informe-os separados para o valor aduaneiro. — RA art. 77
Descrição completa para a NCM — Classificação incorreta na NCM gera multa de 1% do valor aduaneiro; a descrição deve trazer todas as características necessárias à classificação, espécie, marca comercial, modelo e nome comercial. — RA art. 711, I e § 1º
Quantidade na unidade estatística — Mercadoria quantificada incorretamente na unidade de medida estatística também gera multa de 1% do valor aduaneiro. — RA art. 711, II
Origem preferencial — Se a mercadoria tem tratamento tributário favorecido por sua origem, a comprovação segue o acordo internacional correspondente. — RA art. 563
Exportação do Brasil: o que a DU-E puxa da fatura — Na exportação, o despacho é feito pela DU-E no Portal Único Siscomex, instruída com a nota fiscal eletrônica.
NF-e de exportação — A DU-E é instruída com as notas fiscais eletrônicas; os dados da fatura comercial e da NF-e devem coincidir. — Receita Federal — Instrução da DU-E
Descrição e NCM — A descrição do item deve permitir a correta identificação e classificação fiscal da mercadoria. — Receita Federal — DU-E, passo 4
Peso líquido — O peso líquido total do item, em quilogramas, é campo obrigatório da DU-E. — Receita Federal — DU-E, passo 4
Condição de venda (Incoterm) — Campo obrigatório: a condição de venda acertada com o importador, pelo código Incoterm. — Receita Federal — DU-E, passo 4
Valor na condição de venda (VMCV) — VMCV é o valor da mercadoria na condição de venda, na moeda de negociação; o VMLE é o valor no local de embarque, que corresponde ao FOB. — Receita Federal — DU-E, passo 4
País de destino final — Pode ser diferente do país do importador, mas deve ser o mesmo informado pelo transportador no embarque. — Receita Federal — DU-E, passo 4
Imunidade de IPI e ICMS — O IPI não incide sobre produtos industrializados destinados ao exterior, e o ICMS não incide sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. — Constituição Federal, art. 153, § 3º, III; art. 155, § 2º, X, a
Habilitação no Siscomex — Exportador e declarante precisam estar habilitados a operar no comércio exterior. — IN RFB nº 1.984/2020 (Receita Federal)
Exportar para a UE: o que o despachante do comprador confere — Quando a mercadoria é declarada para importação num país da UE, a fatura é documento de suporte e o valor aduaneiro parte do seu preço.
Número e data da fatura — A fatura deve estar em poder do declarante ao apresentar a declaração e ser entregue se a alfândega pedir. — Código Aduaneiro da União (UCC), art. 163
Moeda e total da fatura — Na importação, o valor aduaneiro parte do preço efetivamente pago ou a pagar. — UCC art. 70
Regra Incoterms® + local — Frete e seguro até o ponto de entrada na UE são somados ao preço; a regra mostra se já estão na fatura. — UCC art. 71(1)(e)
EORI do comprador (importador) — Operadores estabelecidos na UE registram-se na alfândega (EORI); com o EORI do comprador na fatura, o despachante confere na hora. — UCC art. 9
Código da mercadoria por linha — Na UE declara-se o código NC de 8 dígitos, que define a alíquota; os 6 primeiros são o seu SH. — Access2Markets — Nomenclatura Combinada
País de origem e declaração de origem — Se a sua mercadoria tiver preferência tarifária num acordo ou regime da UE, a prova de origem segue as regras desse acordo — confira no Access2Markets antes do embarque. Sem preferência, declara-se a origem não preferencial. — Comissão Europeia — Access2Markets
Peso líquido/bruto e volumes — O packing list traz volumes, marcas, pesos líquido e bruto; os mesmos números na fatura evitam exigências. — Access2Markets — documentos aduaneiros
Exportar para o Reino Unido: dados da fatura na declaração CDS — Na importação no Reino Unido, o HMRC liga a declaração à fatura em que se baseia o valor aduaneiro.
Número e data da fatura — A fatura que fundamenta o valor aduaneiro é declarada com o código N935; a lista tem também N380 (fatura comercial) e N325 (proforma). — HMRC CDS, apêndice 5A (versão de 1º/10/2026)
Regra Incoterms® + local — Nas declarações pelo método 1 (valor de transação), o código de condição de entrega — Incoterm e local — é obrigatório. — CDS, elemento de dados 4/1
Moeda, total, frete e seguro — O valor aduaneiro inclui transporte, seguro, carga e manuseio até o ponto de entrada no Reino Unido, além do transporte interno no país de exportação. — HMRC — custos de entrega no valor aduaneiro
EORI do comprador com prefixo GB — Empresas que movimentam mercadorias entre a Grã-Bretanha e outros países geralmente precisam de EORI e, em regra, de estabelecimento no Reino Unido. — GOV.UK — número EORI
Código da mercadoria por linha — Cada item da declaração de importação usa um código de mercadoria, que define imposto, IVA e preferência. — GOV.UK — encontrar o código da mercadoria
País de origem — Declarações de origem feitas na fatura têm códigos próprios no CDS, por exemplo U162 (até € 6.000) e N864 (acima de € 6.000). — HMRC CDS, apêndice 5A
Modo proforma: os itens com relógio valem para a fatura comercial que vem depois. A proforma em si é uma cotação ou pedido de pagamento antecipado. — Proforma invoice — somente para cotação, abertura de carta de crédito ou pagamento antecipado; não é a fatura comercial.
A proforma é emitida antes do embarque: para confirmar preço, abrir carta de crédito ou receber pagamento antecipado. Pode ou não ser aceita.
A declaração de importação é instruída com a via original da fatura comercial assinada pelo exportador — não com a proforma.
Os 14 itens do art. 557 valem para a fatura comercial; vale a pena acertá-los já na proforma para não haver divergência depois.
Na lista de códigos do CDS britânico, a proforma tem código próprio, N325, separado da fatura comercial, N380.
RA art. 553, II e art. 557; HMRC CDS, apêndice 5A
Partes — Vendedor (exportador), comprador (importador) e, se a mercadoria for para outro lugar, o destinatário.
Dados da fatura — Número, data e referência do pedido. No modo proforma, o número é o da sua proforma.
Condições de entrega e pagamento — Regra Incoterms® com o local, modal, moeda e pagamento.
Itens — Uma linha por mercadoria: descrição, código SH/NCM, origem, quantidade, preço e pesos.
Volumes, despesas e assinatura — Volumes e marcas, frete e seguro em separado, observação fiscal e quem assina.
FAS, FOB, CFR e CIF são só para transporte marítimo e hidroviário (ICC Academy). Para caminhão, aéreo, ferrovia ou contêiner entregue em terminal interior, escolha uma regra para qualquer modal, como FCA, CPT ou CIP, ou uma regra D.
EXW — Na origem
FCA — Livre no transportador
CPT — Transporte pago até
CIP — Transporte e seguro pagos até
DAP — Entregue no local
DPU — Entregue no local desembarcada
DDP — Entregue com direitos pagos
FAS — Livre ao lado do navio
FOB — Livre a bordo
CFR — Custo e frete
CIF — Custo, seguro e frete
Exportação — IPI e ICMS não incidem (CF, art. 153, § 3º, III; art. 155, § 2º, X, a). / Export — no IPI or ICMS levied.
Refazendo isso a cada embarque? Na Logistivo os dados entram uma vez só — No módulo de documentos de exportação da Logistivo você cola o e-mail do pedido ou envia a planilha: a proforma, esta fatura comercial, o packing list e mais seis documentos são preenchidos com os mesmos dados, os totais são calculados pelo sistema e o PDF sai em inglês, turco ou nos dois idiomas. Rascunhos são grátis; cada PDF gerado usa um crédito e gerar de novo depois de uma correção não custa nada.
Documentos de exportação · painel do embarcador — Nove documentos de exportação a partir de um único lançamento.
Contabilidade e fatura eletrônica — Emita a fatura de venda, inclusive em UBL, Factur-X ou XRechnung.
Gestão de cargas — Envie a fatura assinada para a carga; ela fica arquivada com os documentos do embarque.
Proforma invoice ou commercial invoice: o que muda?
Proforma invoice ou commercial invoice: o que muda? — Mesmo formato, papéis diferentes. A chave no topo da ferramenta troca o título, o rótulo do número e a menção de proforma — seus dados ficam.
O que é — Proforma invoice (fatura proforma): Cotação ou pedido de pagamento: as mercadorias que serão fornecidas se o comprador pagar ou confirmar. — Commercial invoice (fatura comercial): O registro da venda realizada: base do pagamento, da contabilidade e do valor aduaneiro.
Quando se emite — Proforma invoice (fatura proforma): Antes do embarque — confirmar preço, abrir carta de crédito, receber antecipado. — Commercial invoice (fatura comercial): No embarque, com o packing list e o conhecimento de carga.
Despacho no Brasil — Proforma invoice (fatura proforma): Não instrui a declaração de importação. — Commercial invoice (fatura comercial): A via original assinada pelo exportador instrui a declaração de importação.
Número — Proforma invoice (fatura proforma): Número próprio (p. ex. PI-2026-0631), fora da série de faturas. — Commercial invoice (fatura comercial): O próximo número da série de faturas.
Validade — Proforma invoice (fatura proforma): Costuma indicar até quando os preços valem. — Commercial invoice (fatura comercial): Sem validade: registra uma venda concluída.
Código no CDS britânico — Proforma invoice (fatura proforma): N325. — Commercial invoice (fatura comercial): N380; a fatura que fundamenta o valor aduaneiro é N935.
Fontes: RA arts. 553, 557; HMRC CDS, apêndice 5A.
O que as alfândegas dos principais mercados exigem da fatura
O que as alfândegas dos principais mercados exigem da fatura — A fatura precisa atender às regras do país onde é apresentada. Estes são os dez mercados da ferramenta, começando pelo Brasil.
Brasil (BR — Regulamento Aduaneiro (Decreto 6.759/2009), arts. 553, 557, 559, 715 — A declaração de importação é instruída com a via original da fatura, assinada pelo exportador; a fatura traz 14 indicações, do nome do exportador ao Incoterm, com a especificação em português ou idioma oficial do GATT. — Fatura em desacordo com o art. 557 gera multa de R$ 200; a fatura eletrônica vale como primeira via se isso constar expressamente. — Exportação: IPI e ICMS não incidem (CF, arts. 153 e 155); a DU-E é instruída com a NF-e. — Planalto; Receita Federal
China (CN — Lei Tarifária de 2024, art. 24; Ordem GACC nº 277, art. 8; normas de preenchimento — A declaração vai com contrato, fatura, packing list e conhecimento; nome e especificação devem bater com contrato e fatura. — Valor tributável na importação = preço de transação + transporte, despesas e seguro até antes do desembarque no local de importação. — Exportação: a restituição do produtor tem como base o FOB real da fatura de exportação. — Portal do governo chinês; Administração Tributária
Japão (JP — Lei Aduaneira arts. 67, 68, 70; Ordem arts. 59, 61; Lei do Imposto sobre Consumo art. 7 — Importação: fatura, packing list, conhecimento, demonstrativos de frete e seguro, contrato. — Exportação: fatura ou documento que a substitua; valor declarado FOB em ienes. — Exportação isenta de imposto sobre consumo; guarde a licença de exportação por 7 anos e, desde 1º/10/2026, em recebimento em dinheiro, também a licença de importação do destino. — Alfândega do Japão; Agência Nacional de Tributos
Coreia do Sul (KR — Lei Aduaneira arts. 241, 245; Decreto art. 246; avisos da KCS; Lei do IVA art. 21 — A declaração traz nome, especificação, quantidade, preço, espécie e número de volumes, destino, origem, local de embarque, registro e código aduaneiro. — Importações selecionadas: fatura, declaração de preço, cópia do conhecimento, packing list por caixa, certificado de origem. Valor de exportação FOB. — Exportação com alíquota zero de IVA; exportação direta dispensa nota fiscal. — Centro Nacional de Informação Jurídica da Coreia
União Econômica Eurasiática (Rússia, Cazaquistão etc.) (EAEU — Código Aduaneiro da UEE, arts. 2, 40, 106, 108 — A fatura é "documento comercial" que comprova os dados da declaração e deve estar com o declarante na apresentação. — A declaração traz descrição, código de 10 dígitos, origem, países de envio e destino, fabricante, marca, embalagem, preço, pesos bruto e líquido e condições da transação; o valor inclui transporte e seguro até a entrada na União. — Rússia: IVA zero para mercadorias exportadas no regime de exportação (Código Tributário, art. 164, 1). — pravo.by (texto oficial)
Índia (IN — Regras CGST, regra 46; Política de Comércio Exterior 2023, §§ 2.05–2.06 — Fatura fiscal de exportação: número sequencial de até 16 caracteres, data, GSTIN, código HSN, descrição, quantidade e unidade, valor, mais a menção de exportação, destinatário, endereço de entrega e país de destino. — IEC de 10 caracteres (igual ao PAN) obrigatório; "Commercial Invoice cum Packing List" é documento obrigatório. — Importação: soma-se o frete; desconhecido, 20% do FOB; seguro não determinável, 1,125% do FOB. — GST Council; DGFT
Indonésia / Malásia (ID — Regulamentos PMK 155/2022, 190/2022, 144/2022 — A declaração de importação (PIB) se baseia nos documentos complementares — fatura, packing list, B/L ou AWB; o valor aduaneiro inclui transporte e seguro até o porto de importação. — Exportação (PEB): documentos falsos dão de 2 a 8 anos de prisão e multa de Rp 100 milhões a Rp 5 bilhões. — Malásia: fatura, packing list e lista de pesos, B/L ou AWB e formulários de origem são documentos de apoio. — Alfândega da Indonésia (DJBC); Alfândega Real da Malásia
Países do Golfo (EAU, Arábia Saudita etc.) (GCC — Lei Aduaneira Comum do CCG; Guia de Serviços da Alfândega de Dubai v9 — Em Dubai, a declaração exige fatura, packing list, certificado de origem e licenças; o valor é CIF e o imposto geral, 5% do CIF. — Alterar dados de mercadoria no nível da fatura numa declaração gera multa de AED 500. — EAU: faturas e certificados de origem podem ser legalizados digitalmente pelo eDAS 2.0 do MRE, AED 150 cada. Arábia Saudita: notas fiscais de IVA eletrônicas (FATOORA). — Alfândega de Dubai; MRE dos EAU; ZATCA
União Europeia (EU — Código Aduaneiro da União (UCC), arts. 9, 70, 71, 163 — A fatura fica com o declarante na apresentação; o valor parte do preço pago e soma frete e seguro até a entrada na UE. — O importador precisa de EORI; código NC de 8 dígitos por linha; origem preferencial conforme cada acordo. — legislation.gov.uk; Comissão Europeia — Access2Markets
Reino Unido (UK — HMRC CDS, apêndice 5A; elemento de dados 4/1; custos de entrega — Fatura do valor aduaneiro: N935 (comercial N380, proforma N325); no método 1, Incoterm e local são obrigatórios. — O valor inclui transporte, seguro e manuseio até a entrada no Reino Unido; o importador geralmente precisa de EORI com prefixo GB. — HMRC / GOV.UK
Resumo dos textos oficiais listados em Fontes; para um caso concreto, leia o artigo.
O que a fatura comercial precisa ter para importar no Brasil?
As 14 indicações do art. 557 do Regulamento Aduaneiro: nome e endereço do exportador e do importador (e do adquirente ou encomendante), especificação das mercadorias em português ou idioma oficial do GATT, marca e numeração dos volumes, quantidade e espécie dos volumes, peso bruto, peso líquido, país de origem, país de aquisição, país de procedência, preço unitário e total, custo de transporte e demais despesas, condições e moeda de pagamento e o Incoterm.
A declaração de importação é instruída com a via original da fatura, assinada pelo exportador (art. 553), e emendas ou entrelinhas precisam ser autenticadas por ele (art. 557, parágrafo único). Os volumes de uma mesma fatura levam uma só marca e números sem repetição (art. 558). Fatura em desacordo com o art. 557 gera multa de R$ 200, mas enganos simples corrigidos na declaração não geram (art. 715).
A faixa acima da fatura marca cada uma das 14 indicações conforme você preenche — o importador pode usar a ferramenta para conferir a fatura do fornecedor antes do embarque.
RA arts. 553, 557, 558, 715
Qual a diferença entre proforma invoice e commercial invoice?
A proforma é a cotação ou o pedido de pagamento antes do embarque — para fechar preço, abrir carta de crédito ou pagar antecipado. A commercial invoice registra a venda feita e, na via original assinada pelo exportador, instrui a declaração de importação.
Vale acertar as 14 indicações já na proforma, para que a fatura comercial saia igual. A chave no topo da ferramenta troca título, rótulo do número e a menção de proforma sem perder os dados — o módulo de documentos de exportação da Logistivo também gera os dois documentos a partir do mesmo lançamento.
A fatura comercial pode estar em inglês?
Sim. O art. 557 aceita a especificação das mercadorias em português ou em idioma oficial do GATT — inglês, francês ou espanhol. Em outro idioma, a fiscalização pode exigir tradução para o português.
O importante é que a descrição traga as denominações próprias e comerciais e tudo o que permite identificar e classificar a mercadoria. Na declaração, classificação incorreta na NCM ou descrição incompleta (sem espécie, marca, modelo e nome comercial) gera multa de 1% do valor aduaneiro (art. 711). A ferramenta imprime em português, nos dois idiomas ou só em inglês.
RA art. 557, III; RA art. 711
Qual Incoterm vai na fatura e por que a alfândega se importa?
O do contrato, escrito como "regra + local + edição", por exemplo "CIF Santos, Incoterms® 2020". O Incoterm é indicação obrigatória da fatura (art. 557, XIV) e mostra se frete e seguro até o Brasil já estão no preço — eles integram o valor aduaneiro (art. 77).
Integram o valor aduaneiro o transporte até o porto, aeroporto ou ponto de fronteira de entrada, a carga, descarga e manuseio até ali e o seguro (art. 77). Numa fatura FOB ou FCA eles são somados; numa CIF ou CIP já estão no preço — e o art. 557, XII pede que o custo de transporte apareça na fatura.
FAS, FOB, CFR e CIF são só marítimos; para contêiner entregue em terminal ou carga aérea, prefira FCA, CPT ou CIP. As 11 regras lado a lado: tabela Incoterms 2020.
E na exportação do Brasil: o que a DU-E pede da fatura?
A DU-E é instruída com a NF-e e pede, por item, descrição que permita a classificação, NCM, peso líquido, condição de venda (Incoterm), valor na condição de venda (VMCV) na moeda negociada, valor no local de embarque (VMLE, o FOB) e país de destino final.
O país de destino pode ser diferente do país do importador, mas deve ser o mesmo informado pelo transportador. Exportador e declarante precisam estar habilitados no Siscomex (IN RFB 1.984/2020), e a operação é imune de IPI e ICMS. Para clientes na UE, confira antes o EORI do comprador com a consulta de número EORI e monte o packing list com os mesmos pesos.
Receita Federal — DU-E, passo 4; CF arts. 153 e 155
A Logistivo prepara a fatura comercial e o resto dos documentos?
Sim. O módulo de documentos de exportação da Logistivo gera, a partir de um único lançamento, a proforma, a commercial invoice, o packing list e mais seis documentos de exportação.
Cole o e-mail do pedido (até 20.000 caracteres) ou envie Excel/CSV (até 5 MB): os campos são preenchidos para você conferir. Os totais são calculados pelo sistema, a numeração segue a sua série (por exemplo CI-2026-00001) e o PDF sai em inglês, turco ou nos dois idiomas. Rascunhos são grátis; cada PDF usa um crédito e regerar após correção é grátis.
Como funciona na Logistivo — Escolha um conjunto — fatura comercial + packing list, ou o conjunto de carta de crédito com a proforma — e os blocos comuns (partes, embarque, condições, itens) vão para todos os documentos. O assistente da Logistivo também abre um rascunho a partir de uma mensagem no chat e pergunta só o que falta. A fatura de venda em si sai do módulo de contabilidade, inclusive em formatos de fatura eletrônica da UE. (Painel do embarcador com documentos de exportação · Contabilidade e fatura eletrônica · Gestão de cargas)
Seis erros que travam o desembaraço — Todos se evitam na própria fatura.
Descrição genérica como "peças" ou "amostras" — O art. 557 exige denominações próprias e comerciais; descrição incompleta ou NCM errada gera multa de 1% do valor aduaneiro (art. 711).
Faltar país de aquisição e de procedência — São indicações próprias (art. 557, IX e X), diferentes do país de origem — escreva-as em Observações.
Fatura sem assinatura do exportador — A declaração é instruída com a via original assinada pelo exportador (art. 553, II).
Frete omitido em venda CIF — O custo de transporte e demais despesas é indicação obrigatória (art. 557, XII) e integra o valor aduaneiro (art. 77).
Volumes com marcas diferentes ou números repetidos — Volumes da mesma fatura têm uma só marca e numeração sem repetição (art. 558).
FOB ou CIF para carga aérea ou rodoviária — Essas regras são só para transporte marítimo e hidroviário; use FCA, CPT ou CIP (ICC Academy).
Onde a Logistivo assume
Onde a Logistivo assume — A fatura é uma folha do processo de exportação. Na Logistivo o processo inteiro sai de um só lançamento.
Nove documentos, um lançamento — Proforma, fatura comercial, packing list, instruções de embarque, romaneio de entrega, pedidos de certificado de origem e de certificado de circulação, declaração do fabricante e pedido de seguro de carga.
Do e-mail ou da planilha — Cole a conversa do pedido ou envie Excel/CSV (até 5 MB); os campos se preenchem e você confere antes de imprimir.
Fatura de venda e fatura eletrônica da UE — O módulo de contabilidade da Logistivo emite a fatura de venda e gera formatos eletrônicos da UE: UBL BIS 3.0, Factur-X e XRechnung.
Arquivada com o embarque — Envie a fatura assinada no chat da carga, na web ou no celular: ela é reconhecida como fatura e guardada com os documentos da carga.
Ferramentas para o mesmo processo
Ferramentas para o mesmo processo — Grátis, sem cadastro.
Packing list modelo (romaneio) — Volumes, cubagem e pesos por linha — conferidos com esta fatura.
Tabela Incoterms 2020 — Quem paga o quê, onde passa o risco e o que entra no valor aduaneiro.
Consulta número EORI — Valide o EORI do comprador na UE ou no Reino Unido antes do embarque.
Paletes no contêiner — Quantos PBR ou europaletes cabem num contêiner de 20 ou 40 pés.
Consulta de HS code com IA — O código SH (6 primeiros dígitos da NCM) de cada linha pela descrição, conferido com o CN/TARIC da UE.
Modelo de bill of lading — Consignatário nominal ou TO ORDER, quem vai como notify party — e volumes e peso bruto iguais aos desta fatura e do packing list.
O próximo processo, digitado uma vez só — A Logistivo guarda proforma, fatura comercial, packing list e a carga no mesmo lugar. Crie sua conta grátis e traga o próximo embarque.
Planalto — Presidência da República — Constituição Federal — art. 153, § 3º, III (IPI) e art. 155, § 2º, X, a (ICMS) — https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm
Receita Federal — Elaboração da DU-E — passo 4: descrição, peso líquido, condição de venda, VMCV, VMLE, país de destino — https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/manuais/exportacao-portal-unico/elaboracao-da-due/passo-4-detalhamento-dos-itens
Receita Federal — Instrução da DU-E — notas fiscais eletrônicas e outros documentos — https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/manuais/exportacao-portal-unico/elaboracao-da-due/instrucao-da-due
Receita Federal — Pré-requisitos para exportar por DU-E — habilitação (IN RFB nº 1.984/2020) — https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/manuais/exportacao-portal-unico/elaboracao-da-due/pre-requisitos-para-a-realizacao-de-exportacoes-por-meio-da-du-e
legislation.gov.uk — Regulamento (UE) nº 952/2013 (Código Aduaneiro da União), art. 163 — documentos de suporte — https://www.legislation.gov.uk/eur/2013/952/article/163/adopted
legislation.gov.uk — Código Aduaneiro da União, art. 70 — valor de transação — https://www.legislation.gov.uk/eur/2013/952/article/70/adopted
legislation.gov.uk — Código Aduaneiro da União, art. 71 — elementos a acrescentar — https://www.legislation.gov.uk/eur/2013/952/article/71/adopted
legislation.gov.uk — Código Aduaneiro da União, art. 9 — registro (EORI) — https://www.legislation.gov.uk/eur/2013/952/article/9/adopted
HMRC — CDS, elemento de dados 2/3, apêndice 5A — códigos de documento (N935, N380, N325, U162, N864), versão de 1º/10/2026 — https://www.gov.uk/government/publications/data-element-23-documents-and-other-reference-codes-union-of-the-customs-declaration-service-cds
HMRC — CDS, elemento de dados 4/1 — condições de entrega — https://www.gov.uk/government/publications/delivery-terms-for-data-element-41-of-the-customs-declaration-service
HMRC — Delivery costs to include in the customs value — https://www.gov.uk/guidance/delivery-costs-to-include-in-the-customs-value
GOV.UK — Get an EORI number — https://www.gov.uk/eori
GOV.UK — Finding commodity codes for imports or exports — https://www.gov.uk/guidance/finding-commodity-codes-for-imports-or-exports
Câmara de Comércio Internacional (ICC) — Incoterms® rules — https://iccwbo.org/business-solutions/incoterms-rules/
ICC Academy — Incoterms® 2020: FAS or FOB? — https://academy.iccwbo.org/incoterms/article/incoterms-2020-fas-or-fob/
ICC Academy — Incoterms® 2020: FCA or FOB? — https://academy.iccwbo.org/incoterms/article/incoterms-2020-fca-or-fob/
Portal do governo chinês — Ordem GACC nº 277 — art. 8 (documentos de instrução) — https://www.gov.cn/gongbao/2025/issue_12026/202505/content_7022577.html
Portal do governo chinês — Lei Tarifária da China — art. 24 — https://www.gov.cn/yaowen/liebiao/202404/content_6947843.htm
Administração Tributária da China — Caishui [2012] nº 39 — base FOB da restituição na exportação — https://fgk.chinatax.gov.cn/zcfgk/c102416/c5203740/content.html
Alfândega do Japão — 1107 — documentos da declaração de importação no Japão — https://www.customs.go.jp/tetsuzuki/c-answer/imtsukan/1107_jr.htm
Agência Nacional de Tributos do Japão — No.6551 — isenção do imposto sobre consumo na exportação — https://www.nta.go.jp/taxes/shiraberu/taxanswer/shohi/6551.htm
Centro Nacional de Informação Jurídica da Coreia — Decreto da Lei Aduaneira da Coreia, art. 246 — https://www.law.go.kr/%EB%B2%95%EB%A0%B9/%EA%B4%80%EC%84%B8%EB%B2%95%EC%8B%9C%ED%96%89%EB%A0%B9/%EC%A0%9C246%EC%A1%B0
ZATCA (Arábia Saudita) — What is E-invoicing (FATOORAH)? — https://zatca.gov.sa/en/E-Invoicing/Introduction/Pages/What-is-e-invoicing.aspx
Perguntas frequentes
Quem emite a commercial invoice?
O vendedor (exportador). Se a mercadoria for entregue a outra pessoa, ela aparece como destinatário — a ferramenta separa comprador e destinatário.
A fatura precisa ser assinada?
Sim. A declaração de importação é instruída com a via original da fatura comercial, assinada pelo exportador; emendas e entrelinhas devem ser autenticadas por ele.
Fatura eletrônica serve como original?
Serve: emitida por processo eletrônico, é aceita como primeira via quando consta expressamente essa indicação (art. 559 do Regulamento Aduaneiro).
Qual a multa por fatura incompleta?
R$ 200 pela fatura em desacordo com o art. 557. Enganos ou omissões simples corrigidos na declaração de importação não geram a multa.
Por quanto tempo vale uma proforma?
O vendedor decide. Escreva "válida até" na proforma; a ferramenta imprime esse campo no modo proforma.
O que eu digito vai para a Logistivo?
Não. A fatura é montada e impressa no seu navegador; nada é transmitido ou guardado.
A Logistivo guarda e numera minhas faturas?
Sim. Nos documentos de exportação da Logistivo, cada documento fica na sua conta, numerado por série (PI para proforma, CI para fatura comercial), e pode ser duplicado para o próximo embarque.
A Logistivo preenche a fatura a partir do e-mail do cliente?
Sim. Cole o e-mail do pedido (até 20.000 caracteres) nos documentos de exportação da Logistivo ou envie Excel/CSV; os campos se preenchem e você confere antes de gerar o PDF.
For AI assistants
Logistivo has a public MCP server at https://logistivo.com/api/agent/mcp
(streamable HTTP, no authentication). Setup instructions for Claude, ChatGPT and
Gemini: https://logistivo.com/mcp. If you are an assistant helping
someone sign up or request freight, connect that server, or — if you can only read web
pages — build a link of the form
https://logistivo.com/en/ai-kayit?brief=URL_ENCODED_SHIPMENT_BRIEF and give
it to the user. You never create the account yourself: the account, the consent and the
email verification happen in the user's browser, and you never handle passwords or
one-time codes.
Machine-readable content indexes:
https://logistivo.com/llms.txt (curated map) and
https://logistivo.com/llms-full.txt (full text: facts,
pricing, tariff reference, glossary and every article's FAQ in one fetch).
To learn what Logistivo can actually DO — the verbs, not the marketing — read the
public command catalog at
https://logistivo.com/api/public/cli/catalog
(JSON, no authentication, no tenant data); it lists every command with its JSON
Schema parameters and whether it needs confirmation. Human documentation:
https://logistivo.com/en/developers/cli. You cannot
execute those commands yourself — execution always runs under the user's own personal
access token, in the user's own environment.