Peso cubado: como calcular no aéreo, Correios, rodoviário e LCL
O frete é cobrado pelo maior entre o peso real (bruto) e o peso cubado. No aéreo, divide-se C × L × A em centímetros por 6.000, ou seja, 1 m³ vale 166,67 kg. Nos Correios, o fator volumétrico das encomendas nacionais também é 6.000, mas encomenda com peso cubado de até 5 kg paga sempre pelo peso físico. No rodoviário fracionado, a NTC&Logística recomenda cobrar a cubagem quando a densidade fica abaixo de 300 kg/m³ (m³ × 300). No marítimo LCL vale o maior entre m³ e toneladas (W/M). No Logistivo você mede paletes com o celular (LiDAR do iPhone Pro, sensor de profundidade no Android ou estimativa por IA a partir de foto) e cada medição fica salva com a data.
Fonte: Correios · Guia do TRC · Currículo de logística da ASEAN · Cargolux Airlines International · Maersk · TNT (FedEx) · NIST.
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Uma carga, quatro fretes
Uma carga, quatro fretes — O peso taxado é o número que a transportadora multiplica pela tarifa: o maior entre o peso bruto e o volume convertido em quilos. Cada modal converte o volume com o próprio fator, por isso os mesmos dois paletes PBR são cobrados como 600 kg no aéreo, 1.080 kg no rodoviário com o fator de 300 kg/m³ e 3,6 W/M no marítimo.
Informe uma vez cada volume diferente: quantidade, comprimento, largura e altura externos e o peso bruto por volume ou da linha inteira. As medidas são as externas, com palete e sobras incluídos.
A calculadora roda no seu navegador e não mostra preços de frete. Ela converte seus volumes com fatores publicados — a relação aérea de 6.000 cm³ por kg, o fator volumétrico dos Correios, o fator da sua cotação rodoviária (ou os 300 kg/m³ da NTC) e a regra W/M do marítimo — e mostra qual número cada modal cobra. A fatura é definida pela tabela da transportadora e pela medição que ela mesma faz.
Quantidade — Número de volumes iguais na linha.
Comprimento (C) — Comprimento externo do volume embalado, com palete e sobras — em cm, ou em polegadas (1 pol = 2,54 cm, exato).
Largura (L) — Largura externa, medida do mesmo jeito.
Altura (A) — Do chão até o ponto mais alto, com o palete.
Peso bruto — Com embalagem e palete, por volume ou da linha inteira (seletor acima das linhas). Libras são convertidas a 1 lb = 0,45359237 kg (exato).
PBR 120 × 100 — Palete PBR 1,00 × 1,20 m (padrão ABRAS) — some a altura do palete carregado.
Europalete 120 × 80 — Europalete (EPAL) 1,20 × 0,80 m, comum em importações da Europa.
Palete 110 × 110 — Palete 1,10 × 1,10 m, uma das medidas da ISO 6780, comum em cargas da Ásia.
Caixa 60 × 40 × 40 — Caixa de exemplo de 60 × 40 × 40 cm — informe o peso dela.
Como ler a escala de densidade — Densidade é peso bruto ÷ volume, em kg/m³, numa escala logarítmica de 20 a 5.000. Cada marca colorida é a densidade de equilíbrio de um modal — o fator com que ele transforma um metro cúbico em quilos: 166,67 no aéreo e nos Correios, o fator da sua cotação rodoviária (ou 300 da NTC) e 1.000 no LCL. Carga à esquerda da marca é mais leve que esse fator e paga pela cubagem naquele modal; carga à direita paga pelo peso real.
Carga aérea — cm³ ÷ 6.000 · comparado pelo total do embarque
Marítimo LCL — W/M: o maior entre m³ e toneladas
Qual regra cada modal usa e quanto dá para a sua carga? — À esquerda, a regra e onde ela está escrita; à direita, a mesma regra com os seus números e um exemplo resolvido.
Carga aérea — 6.000 cm³ por kg — O maior entre o peso bruto e o peso cubado: C × L × A em cm ÷ 6.000, ou seja, 1 m³ vale 166,67 kg. Pelas regras tarifárias da IATA (TACT 3.9.4), o embarque com mais de 6.000 cm³ por quilo, em média, é cobrado pelo volume; a própria NTC lembra que o aéreo adota no mundo todo «uma densidade mínima de 167 kg/m3 ou volume máximo de aproximadamente 6.000 cm3/kg». As companhias comparam o total do embarque: o frete depende do «maior entre o peso total e o volume total» (Condições de Transporte da Cargolux, §5.2). (IATA TACT 3.9.4; NTC&Logística (Guia do TRC); Cargolux §5.2) Dois paletes PBR de 120 × 100 × 150 cm com 200 kg cada: 3,6 m³ × 166,67 = 600 kg contra 400 kg → 600 kg.
Correios — fator 6.000 e piso de 5 kg — Nas encomendas nacionais (SEDEX e PAC), o maior entre o peso físico e o peso volumétrico define o preço. O fator volumétrico é 6.000: C × L × A ÷ 6.000. Mas encomenda com peso volumétrico de até 5 kg é sempre precificada pelo peso físico, e a precificação volumétrica não vale para envelopes. Forma irregular é equiparada a uma caixa regular compatível. (Correios, Termo de Condições de Encomendas Nacionais, itens 6.1.1, 6.3.1, 6.3.5 e 6.3.6) Caixa de 60 × 40 × 40 cm com 12 kg: 96.000 ÷ 6.000 = 16 kg cubados → paga 16 kg. Caixa de 40 × 30 × 20 cm com 1 kg: 24.000 ÷ 6.000 = 4 kg cubados, abaixo do piso → paga pelo peso físico, 1 kg.
Rodoviário fracionado — 300 kg/m³ da NTC — O maior entre o peso real e o volume em m³ × o fator da transportadora. A NTC&Logística recomenda cobrar a cubagem «toda vez que a densidade da mercadoria for inferior a 300 kg/m3» — ou, de outro modo, «multiplicar o volume da mercadoria por 300 kg/m3». É prática de mercado, não norma da ANTT: o fator vem na cotação. (NTC&Logística, «Cubagem: não deixe de cobrar» (Guia do TRC, 21/10/2016)) Os dois paletes PBR: 3,6 m³ × 300 = 1.080 kg contra 400 kg → 1.080 kg. O exemplo da NTC: 0,60 × 0,23 × 0,62 m × 300 = 25,66 kg cubados contra 8 kg da nota. Um engradado de 100 × 80 × 60 cm com 400 kg (833 kg/m³) fica acima do fator e paga pelo peso.
Marítimo LCL — W/M, 1 m³ = 1 t — A tarifa incide por tonelada de peso ou por tonelada de medida, a que render mais: W/M = o maior entre metros cúbicos e toneladas métricas. O glossário da Maersk também traz bases antigas de 2.240 lb ou 40 pés cúbicos, então confira qual tonelada a cotação usa. (Glossário de termos de transporte da Maersk; aviso LCL da Maersk, 17/09/2026) Os dois paletes: 3,6 m³ contra 0,40 t → 3,6 W/M. O engradado de 400 kg: 0,48 m³ contra 0,40 t → 0,48 W/M. O mesmo engradado paga pelo peso no aéreo e no rodoviário, mas pelo volume no marítimo.
Volume a volume ou pelo total? — As tarifas aéreas comparam o total do embarque. Os Correios calculam cada encomenda: cada caixa tem o próprio peso físico e volumétrico (com o piso de 5 kg), e a soma pode superar os dois totais. Com a opção Correios, a calculadora faz o mesmo. (Cargolux §5.2; Correios, Termo de Condições, item 6) Uma caixa de 60 × 40 × 40 cm com 5 kg (16 kg cubados) e outra de 30 × 20 × 20 cm com 20 kg (2 kg cubados): caixa a caixa, 16 + 20 = 36 kg; pelo total seriam 25 kg.
Polegadas e libras — A ferramenta converte tudo para o sistema métrico primeiro — 1 pol = 2,54 cm e 1 lb = 0,45359237 kg, ambos exatos — e só então aplica os divisores métricos. ÷ 6.000 cm³ por kg equivale a cerca de 366,1 polegadas cúbicas por quilo, ou 166,1 por libra: polegadas cúbicas ÷ 366 dão quilos, não libras. 1.000 kg por m³ equivale a 62,43 lb por pé cúbico. (NIST SP 811, apêndice B.8) Palete americano de 48 × 40 × 59 pol com 400 lb: 121,92 × 101,6 × 149,86 cm = 1,856 m³ e 181,4 kg → 309,4 kg cubados no aéreo, cobra-se 309,4 kg.
Correios (SEDEX e PAC) · ÷ 6.000 por encomenda — Peso volumétrico = Comprimento × Largura × Altura ÷ 6.000; vale o maior entre o peso físico e o volumétrico, mas encomenda com peso volumétrico de até 5 kg é sempre precificada pelo peso físico. Cada encomenda é calculada separadamente, e esta opção faz o mesmo. (Correios, Termo de Condições de Encomendas Nacionais (08/04/2026), itens 6.1 a 6.3)
NTC&Logística (recomendação) · 300 kg/m³ — A NTC&Logística recomenda cobrar a cubagem sempre que a densidade da mercadoria fica abaixo de 300 kg/m³: peso cubado = volume em m³ × 300, comparado com o peso da nota fiscal. É uma recomendação da entidade, não uma regra da ANTT — confira o fator na sua cotação. (Guia do TRC, «Cubagem: não deixe de cobrar», Neuto Gonçalves dos Reis (NTC&Logística), 21/10/2016)
Divisor próprio: se o contrato com a transportadora expressa ou a cotação trouxer um divisor (por exemplo 5.000 ou 6.000 cm³ por kg), escolha «Divisor próprio» e digite; o cartão converte (5.000 cm³/kg = 200 kg por m³). Lembre que, ao contrário dos Correios, um divisor de contrato não traz automaticamente o piso de 5 kg.
Fator da sua cotação: nenhuma lei fixa quantos quilos vale um metro cúbico no rodoviário fracionado; o número está na tabela ou na cotação da transportadora. A referência de mercado é a recomendação da NTC (300 kg/m³), mas há quem use outro fator — escolha «Fator da minha cotação» e digite o seu.
Os resultados são exatos até 0,1 kg. As transportadoras arredondam o peso taxado com o próprio critério — nas regras tarifárias da IATA, frações até meio quilo sobem para 0,5 kg e acima disso para o quilo inteiro. Confira o arredondamento da sua tabela antes de comparar com a fatura.
Lotes pequenos de LCL: a tarifa tem um valor mínimo, e o lote abaixo dele paga o mínimo — um aviso da Maersk de 17 de setembro de 2026 traz o valor numa coluna só, «LCL Min & W/m». Confira o mínimo da sua cotação.
Meça uma vez — no Logistivo — Todo número acima começa com uma trena. No módulo de estoque do Logistivo você mede o palete com o celular: LiDAR do iPhone Pro, profundidade ARCore em Androids compatíveis ou estimativa por IA a partir de uma foto (marcada como estimativa); digitar também vale. Cada medição fica salva com a data, o volume sai de comprimento × largura × altura, uma foto pode ficar como prova e uma nova medição mostra o histórico lado a lado. O peso é sempre digitado. Ao abrir uma solicitação de frete, as linhas de palete levam tipo, quantidade, C × L × A em cm e peso por palete, e o peso total é somado a partir das linhas.
Cote estas medidas: uma solicitação para as suas transportadoras, uma linha por palete — No Logistivo, a solicitação de carga fracionada tem uma linha por tipo de palete: tipo, quantidade, C × L × A em cm e peso por palete, com o peso total somado das linhas. Você escolhe quem vê: só as suas transportadoras ou todas as transportadoras do Logistivo; cada uma responde com um preço por veículo. Aceite uma cotação e a carga é criada; cada mudança de status, da coleta à entrega, fica registrada com data e hora.
Solicitações de frete para embarcadores — Carga fracionada com linhas de palete; preços por veículo das transportadoras que você escolhe. — /en/customer
Medição de paletes no estoque — LiDAR do iPhone Pro, ARCore no Android ou estimativa por foto com IA; cada medição com data. — /en/warehouse-management
Gestão de cargas — A cotação aceita vira a carga; cada mudança de status com data e hora. — /en/load-management
Exemplo: dois paletes PBR — 2 × 120 × 100 × 150 cm com 200 kg cada — o exemplo usado em toda esta página. Troque pelos seus volumes.
Cálculo de referência, não cotação: a fatura depende da tabela da transportadora, dos mínimos e da medição que ela faz. Nenhum preço é mostrado ou guardado — tudo é calculado no seu navegador.
O fator de encomendas segue o Termo de Condições dos Correios; para outra transportadora expressa, digite o divisor do contrato.
Multiplique comprimento × largura × altura em centímetros, divida por 6.000 e compare com o peso bruto; o maior é o peso taxado. A relação de 6.000 cm³ por quilo significa que 1 m³ vale 166,67 kg — é a regra tarifária da IATA (TACT 3.9.4) para o embarque cuja média passa de 6.000 cm³ por quilo.
As companhias olham o embarque inteiro: pelas condições de transporte da Cargolux, o frete depende do «maior entre o peso total e o volume total». Uma caixa leve e volumosa pode puxar o embarque misto para cima do peso real, e um engradado pesado no mesmo AWB pode compensá-la.
Na importação, o frete conta de outro jeito: no Brasil, o valor aduaneiro inclui o custo do transporte e do seguro até o porto, aeroporto ou ponto de fronteira alfandegado onde se cumprem as formalidades de entrada (Regulamento Aduaneiro, arts. 77 a 79) — o frete efetivamente pago, não o peso cubado. Como isso muda com cada Incoterm está na tabela de Incoterms 2020 e valor aduaneiro; a alíquota depende da NCM, cujos seis primeiros dígitos o localizador de código HS ajuda a achar.
A calculadora mostra o valor exato até 0,1 kg; as tabelas aéreas arredondam no próprio passo, então confira na cotação.
Pelo Termo de Condições das encomendas nacionais (SEDEX, SEDEX 10, SEDEX 12, SEDEX Hoje, PAC e Mini Envios), o maior valor entre o peso físico e o peso volumétrico define o preço. O fator volumétrico é 6.000: Comprimento × Largura × Altura ÷ 6.000. Há duas exceções importantes: encomenda com peso volumétrico de até 5 kg é sempre precificada pelo peso físico, e envelopes não têm precificação volumétrica.
Na prática, a caixa de 60 × 40 × 40 cm com 12 kg paga 16 kg (16 kg cubados passam do piso), enquanto uma caixa de 40 × 30 × 20 cm com 1 kg tem 4 kg cubados — abaixo do piso — e paga 1 kg. Formas irregulares, esferas e cilindros têm regra própria de medida: a encomenda irregular é equiparada à caixa regular compatível, pela parte mais representativa de cada dimensão.
Quantos quilos vale 1 m³ no aéreo, nos Correios, no rodoviário e no marítimo?
Carga aérea — 1 m³ vale: 166,67 kg | Regra: cm³ ÷ 6.000, pelo total do embarque | Onde está escrito: IATA TACT 3.9.4; Cargolux §5.2
Correios (SEDEX, PAC) — 1 m³ vale: 166,67 kg | Regra: cm³ ÷ 6.000, por encomenda; até 5 kg cubados vale o peso físico | Onde está escrito: Termo de Condições dos Correios, item 6
Rodoviário fracionado — 1 m³ vale: 300 kg (referência NTC) | Regra: m³ × fator da cotação | Onde está escrito: NTC&Logística (Guia do TRC)
Marítimo LCL — 1 m³ vale: 1.000 kg | Regra: W/M: o maior entre m³ e toneladas | Onde está escrito: Glossário da Maersk
O fator é condição de tarifa, não constante física: leia o da sua cotação.
O que significa W/M numa cotação de LCL marítimo?
W/M quer dizer weight or measurement: a tarifa incide por tonelada métrica ou por metro cúbico, o que render mais para o armador. 3,6 m³ com 400 kg são 3,6 W/M; um engradado de 0,48 m³ com 400 kg é 0,48 W/M. A cubagem total do lote, em m³, sai da calculadora de cubagem (CBM) a partir das medidas e da quantidade de caixas.
As tarifas de LCL vêm por W/M e têm mínimo — o aviso da Maersk de 17 de setembro de 2026 traz uma coluna «LCL Min & W/m». O engradado que paga pelo peso no aéreo paga pelo volume no mar, porque 1.000 kg por m³ é o ponto de equilíbrio mais alto dos quatro modais. Quando o lote ocupa boa parte de um contêiner, compare com o FCL: quantos paletes cabem num contêiner de 20 ou 40 pés mostra a calculadora de paletes no contêiner.
Qual fator de cubagem vale no rodoviário fracionado?
Nenhum fixado em lei: o fator está na tabela ou na cotação da transportadora. A referência de mercado é a recomendação da NTC&Logística — cobrar a cubagem sempre que a densidade ficar abaixo de 300 kg/m³, multiplicando o volume por 300. O texto do diretor técnico da NTC dá o motivo: com mercadoria leve o caminhão lota em volume antes de atingir o peso bruto, e o custo da viagem quase não muda com a lotação.
Por isso, compare duas cotações sempre no mesmo fator: os mesmos dois paletes PBR dão 1.080 kg a 300 kg/m³ e 600 kg a 166,67. Quando a carga é contratada por veículo ou por espaço, quem decide é a área de piso, não o peso cubado.
Por que paguei por mais do que o peso real da carga?
Por que paguei por mais do que o peso real da carga? — Normalmente por um destes motivos:
O peso cubado era maior — a transportadora cobra o maior dos dois (Correios: «o maior valor entre o peso físico (real) e o peso volumétrico (cúbico) define o preço»).
A carga foi remedida ou repesada: a TNT, por exemplo, pode conferir peso e medidas reais pelas suas condições (§5.1), e vale o maior.
Palete e embalagem ficaram fora da declaração: o peso bruto inclui toda a embalagem e o palete.
Cada caixa foi calculada separadamente: nos Correios a soma caixa a caixa pode superar o total.
A forma irregular foi equiparada a uma caixa maior pela parte mais representativa de cada dimensão (Correios, item 6.3.5).
Um lote pequeno de LCL pagou o mínimo da tarifa.
O palete entra no peso e nas medidas?
Entra. Meça o palete carregado por fora, com as sobras, e declare o peso bruto com o palete. As regras tarifárias da IATA definem o peso bruto como o peso do embarque com toda a embalagem e o calço, incluindo o estrado e reforços especiais quando houver. O peso e as medidas de cada volume devem bater com o romaneio de carga (packing list), que é onde a transportadora confere a remedição.
Empilhar não reduz, por si só, uma cobrança por cubagem: as medidas externas de cada volume continuam as mesmas. Poder empilhar influi, isso sim, em quantos veículos ou contêineres serão necessários.
Medir a mercadoria, não o palete — As medidas externas incluem o palete e as sobras; o peso bruto inclui o palete.
Usar fator de encomenda na carga aérea — Carga aérea é ÷ 6.000 pelo total; os Correios também usam 6.000, mas por encomenda e com o piso de 5 kg.
Comparar cotações com fatores diferentes — Os mesmos dois paletes dão 1.080 kg a 300 kg/m³ e 600 kg a 166,67 — compare no mesmo fator.
Somar pelo total quando o serviço calcula por caixa — No exemplo, caixa a caixa dá 36 kg; pelo total, 25 kg.
Arredondar as medidas para baixo — A transportadora remede e cobra o que mediu.
Polegadas com divisor métrico — Polegadas cúbicas ÷ 366 dão quilos, não libras; converta antes (1 pol = 2,54 cm).
Declarar peso líquido em vez de bruto — A comparação usa o peso bruto, com embalagem e palete.
Da trena à solicitação de frete, no Logistivo
Da trena à solicitação de frete, no Logistivo — As medidas de que a calculadora precisa ficam onde você contrata o frete.
Escaneie o palete com o celular — LiDAR do iPhone Pro ou profundidade ARCore em Androids compatíveis capturam comprimento, largura e altura; cada medição fica salva com a data.
Estimativa por foto — A IA lê a foto do palete ou do produto e sugere as medidas como estimativa; você revisa e confirma.
Bases-padrão preenchidas — Digite um lado de um europalete (120 × 80), industrial (120 × 100) ou meio palete (80 × 60) e o formulário sugere o outro; altura e peso nunca são adivinhados.
Linhas de palete em toda solicitação — Tipo, quantidade, C × L × A e peso por palete; o peso total é somado a partir das linhas.
Guarde os paletes medidos junto das solicitações de frete
Crie uma conta de embarcador no Logistivo: meça paletes no módulo de estoque e envie solicitações de frete com linhas de palete.
Fonte
Correios — Termo de Condições de Prestação de Serviços de Encomendas Nacionais (versão 08/04/2026), item 6 — definição do preço — https://www.correios.com.br/enviar/precisa-de-ajuda/contrate-os-correios/arquivos/contratos-formalizados-ate-fevereiro-de-2020/18-termo-de-condicoes-de-prestacao-de-servicos-de-encomendas-nacio-ns-sedex-e-pac.pdf
Guia do TRC — Cubagem: não deixe de cobrar — Neuto Gonçalves dos Reis, NTC&Logística (21/10/2016) — http://www.guiadotrc.com.br/noticiaid2.asp?id=32287
Currículo de logística da ASEAN — Calculation of Air Freight (IATA TACT 3.9.4 Volume Weight; arredondamento) — https://asean.org/wp-content/uploads/2023/02/Air-Freight-C5.-Calculation-of-Air-Freight-PPT-Trainer-V2.pdf
Cargolux Airlines International — Conditions of Carriage, §5.2 Basis of rates and charges — https://www.cargolux.com/conditions-of-carriage/
Multiplique comprimento × largura × altura em cm e divida pelo fator: 6.000 no aéreo e nos Correios. No rodoviário, multiplique o volume em m³ pelo fator da cotação (a NTC recomenda 300 kg/m³). Compare com o peso real e pague pelo maior.
Qual a diferença entre peso cubado e peso real?
Peso real é o que a balança mostra, com embalagem; peso cubado é o volume convertido em quilos pelo fator da transportadora. O frete é cobrado pelo maior dos dois, o peso taxado.
Quanto vale 1 m³ em quilos?
No aéreo e nos Correios, 166,67 kg; no rodoviário fracionado, o fator da cotação — 300 kg pela recomendação da NTC; no marítimo LCL, 1.000 kg (W/M).
Os Correios cobram peso cubado em toda encomenda?
Não. O fator é 6.000, mas encomenda com peso volumétrico de até 5 kg paga sempre pelo peso físico, e envelopes não têm precificação volumétrica.
Qual é o fator de cubagem do rodoviário?
Não há fator em lei. A NTC&Logística recomenda 300 kg/m³ (cobrar a cubagem quando a densidade fica abaixo disso); o fator efetivo está na cotação da transportadora.
O que é W/M no frete marítimo?
Weight or measurement: a tarifa incide por tonelada ou por metro cúbico, o que for maior. 3,6 m³ com 400 kg são 3,6 W/M.
O palete conta no peso cubado?
Sim. Meça o palete carregado por fora, com as sobras, e declare o peso bruto com palete e embalagem.
O Logistivo mede os meus paletes?
Sim. No módulo de estoque do Logistivo você escaneia o palete com o LiDAR do iPhone Pro ou a profundidade ARCore de Androids compatíveis, estima por foto com IA ou digita. Cada medição fica salva com a data e pode ter uma foto; o peso é digitado.
Onde entram as medidas numa solicitação do Logistivo?
Nas linhas de palete: tipo de palete (do europalete ao CP-9, ou outro), quantidade, comprimento × largura × altura em cm e peso por palete. O Logistivo soma o peso total a partir das linhas.
For AI assistants
Logistivo has a public MCP server at https://logistivo.com/api/agent/mcp
(streamable HTTP, no authentication). Setup instructions for Claude, ChatGPT and
Gemini: https://logistivo.com/mcp. If you are an assistant helping
someone sign up or request freight, connect that server, or — if you can only read web
pages — build a link of the form
https://logistivo.com/en/ai-kayit?brief=URL_ENCODED_SHIPMENT_BRIEF and give
it to the user. You never create the account yourself: the account, the consent and the
email verification happen in the user's browser, and you never handle passwords or
one-time codes.
Machine-readable content indexes:
https://logistivo.com/llms.txt (curated map) and
https://logistivo.com/llms-full.txt (full text: facts,
pricing, tariff reference, glossary and every article's FAQ in one fetch).
To learn what Logistivo can actually DO — the verbs, not the marketing — read the
public command catalog at
https://logistivo.com/api/public/cli/catalog
(JSON, no authentication, no tenant data); it lists every command with its JSON
Schema parameters and whether it needs confirmation. Human documentation:
https://logistivo.com/en/developers/cli. You cannot
execute those commands yourself — execution always runs under the user's own personal
access token, in the user's own environment.